Acupuntura não é atividade privativa da Medicina, destaca jornal O Povo

O jornal O Povo publicou nesta quinta-feira (28) uma matéria esclarecendo à população sobre a competência para quaisquer profissionais de saúde utilizar da técnica de acupuntura, desde que possua curso na especialidade. Tal constatação vai de encontro às constantes informações falaciosas propagadas pelas entidades médicas que afirmam sobre a exclusividade da Medicina para o uso da acupuntura.

A matéria divulgada pelo jornal O Povo nesta semana atendeu a um direito de resposta do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 6ª Região (CREFITO-6 CE) em consequência de uma publicação do mesmo veículo, no dia 17 de novembro, na qual informava sobre a necessidade do atendimento médico para a prática.

Em resposta, o jornal destacou a ação protocolada pelo Ministério Público Federal de Minas Gerais na Justiça Federal “para que o Conselho Federal de Medicina (CFM) seja obrigado a retirar do seu portal eletrônico qualquer notícia que sugira, insinue ou afirme que a prática da acupuntura é exclusiva da classe médica. Em pedido do procurador da República em Belo Horizonte, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, de 29 de março de 2019, se permite e reconhece a prática da acupuntura por médicos, fisioterapeutas, psicólogos e técnicos e nega a atividade como exclusiva da classe médica”.

Ainda na nova publicação sobre o tema, o presidente do CREFITO-6, Dr. Ricardo Lotif, esclareceu que "a acupuntura é uma atividade de caráter multiprofissional, destinada a todos os profissionais da área da saúde, inclusive os fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. Como especialidade do fisioterapeuta e do terapeuta ocupacional, a acupuntura foi reconhecida, sem caráter de exclusividade, a partir de edição da Resolução COFFITO (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) nº 219, de dezembro de 2000”.

Leia na íntegra a matéria publicada no dia 28 de novembro pelo jornal O Povo: https://is.gd/omBalF

ASCOM/CREFITO-4 MG